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Os irmãos Lucas Queiroz Abud e Gabriel Queiroz Abud estão envolvidos em mais uma disputa judicial, desta vez, o motivo é o iate “Big Aron”, avaliado em R$ 26 milhões e arrematado por R$ 8,5 milhões em um leilão da Receita Federal, realizado em 2018. A embarcação está registrada na Capitania dos Portos.
Segundo o BP Money, Lucas acionou a Justiça da Bahia, alegando que o irmão estaria tentando negociar a venda do iate sem sua autorização. Segundo a ação, Gabriel teria tentado vender o “Big Aron” por US$ 8 milhões (cerca de R$ 43,5 milhões), com o objetivo de se apropriar indevidamente dos lucros.
O empresário pediu medidas urgentes para impedir o que classificou como um “esvaziamento patrimonial”, apontando risco de dilapidação dos bens da família.
A juíza Itana Eça Menezes, da 8ª Vara Cível e Comercial de Salvador, determinou o andamento do protesto judicial, medida que visa proteger o bem de uma possível venda irregular. A decisão prevê que Gabriel seja notificado para averbar o protesto na Capitania dos Portos, garantindo que o iate permaneça sob tutela judicial até o desfecho do caso.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.