Artigos
Pelo fim da escala 6x1 para que tempo seja direito, não privilégio
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
abrigo clandestino
A dona do abrigo que funcionava de forma clandestina no bairro da Liberdade em Salvador foi presa em flagrante na última terça-feira (24) e passa por audiência de custódia nesta quinta-feira (26). Maria das Graças dos Santos Souza era proprietária do ‘Lar de Idosas Filhas de Dulce’ e foi levada até a Delegacia Especial de Atendimento ao Idoso (Deati) e está em audiência que teve início às 9h desta quinta.
Segundo nota enviada pelo Ministério Público ao Bahia Notícias, a mulher foi presa pelos crimes de maus-tratos e de reter cartão magnético ou qualquer outro documento de uma pessoa idosa, com o objetivo de assegurar o recebimento ou ressarcimento de dívidas. As penas para esses crimes, somadas, podem chegar a três anos de prisão, em caso de condenação. Além disso, foi arbitrada pela autoridade policial uma fiança de R$ 14 mil, que não foi paga.
A medida de fechamento foi tomada após inspeção de equipes técnicas do MPBA, realizada no último dia 16, constatar condições precárias em termos físicos e de serviços. Na ocasião, semana passada, uma das idosas foi deslocada imediatamente pela Samu a pedido do MPBA para um hospital, em razão de ter sido encontrada em estado de desidratação. Ela ainda se encontra internada.
O relatório do MP-BA apontou ainda que o abrigo é calorento, sem ventilação, com teto coberto por telhas de amianto, possui fiação exposta, e um único banheiro, sujo, com mau cheiro, sem porta, acessibilidade e iluminação. A cozinha não demonstrou condições de higiene e não tem ventilação. A unidade não oferta atividades educacionais, esportivas, culturais e de lazer, tendo apenas a televisão como fonte de entretenimento.
Já o local de medicamentos estava sujo e desorganizado e as medicações não continham identificação das pacientes. Também não foram identificadas as prescrições médicas.
Um abrigo que funcionava de forma clandestina no bairro da Liberdade em Salvador foi fechado nesta terça-feira (24). O ato aconteceu após uma ação do Ministério Público da Bahia, em conjunto com a Vigilância Sanitária municipal, Secretaria Municipal de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre), da Polícia Civil e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O local em si era o ‘Lar de Idosas Filhas de Dulce’, que funcionava em um imóvel do bairro.
Em um comunicado divulgado no site do Ministério Público, o órgão informou que apurações da 3ª Promotoria de Justiça de Direitos Humanos de Salvador mostraram que a instituição de longa permanência para idosos (IPLI) não possuía documentação legal, em desrespeito completo ao Estatuto do Idoso, colocando em total vulnerabilidade e risco a saúde de 16 idosas.
As vítimas serão remanejadas para ILPIs em devido funcionamento e as que tenham referência familiar serão encaminhadas posteriormente para as respectivas famílias.
A medida de fechamento foi tomada após inspeção de equipes técnicas do MPBA, realizada no último dia 16, constatar condições precárias em termos físicos e de serviços. Na ocasião, semana passada, uma das idosas foi deslocada imediatamente pela Samu a pedido do MPBA para um hospital, em razão de ter sido encontrada em estado de desidratação. Ela ainda se encontra internada.
O relatório do MP-BA apontou ainda que o abrigo é calorento, sem ventilação, com teto coberto por telhas de amianto, possui fiação exposta, e um único banheiro, sujo, com mau cheiro, sem porta, acessibilidade e iluminação. A cozinha não demonstrou condições de higiene e não tem ventilação. A unidade não oferta atividades educacionais, esportivas, culturais e de lazer, tendo apenas a televisão como fonte de entretenimento.
Já o local de medicamentos estava sujo e desorganizado e as medicações não continham identificação das pacientes. Também não foram identificadas as prescrições médicas.
A promotora de Justiça Ana Rita Nascimento explicou que, após a inspeção, o MPBA entrou em contato com a responsável pelo Lar para que ela deixasse imediatamente o imóvel e providenciasse a entrega das idosas às famílias. No entanto, nenhuma medida foi tomada. O MPBA também entrou em contato com familiares para que eles adotassem providências e nada foi realizado. Esses poderão ser responsabilizados judicialmente.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.