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3 mil caixas de remedios
Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreenderam uma carga de 2.378 caixas de medicamentos sem documentação fiscal ou sanitária na tarde desta quinta-feira (14) em um posto de fiscalização na BR-116, em Jequié, no sudoeste baiano.
O material foi encontrado em diversas encomendas no compartimento de bagagens num ônibus que fazia a linha interestadual. A carga, que incluía medicamentos de uso controlado e até amostras grátis, havia sido despachada como destino a cidade no Rio Grande do Norte.
Em lista, a PRF divulgou um relatório dos medicamentos apreendidos: Diovan (17 caixas), Exodus (210), Rinosoro (15), Rinosoro Infantil (45), Descon (60), Aliviun Infantil (210), Bifalac (2), Pratium (112), Verse (49), Artroflan (48), Ledvo (78), Saliprevi (135), Sustrete (48), Maxsulid (48), Prolope (15), Level (144), Tantin (232), Viverdel (198), Dolamin Flex (46), Nasorex (40), Ginesse (48), Holmes (36), Untral (48), Iban (34), Unizinco (30), Lide (48), Adoless (48), Kelac (90), Famox (30), Biozinc (20), Adipept (25), Duravit (20), Betrato (50) e Alestra (89).
A ausência de documentação configura o crime de falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos, ou medicinais, conforme previsto no Código Penal. Toda a carga e os elementos envolvidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Jequié para as medidas legais cabíveis.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.