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Pesquisa: renan santos
Renan Santos, candidato pelo partido Missão, em uma live na noite deste domingo (4), criticou a postura dos eleitores brasileiros, disse acreditar que o senador Flávio Bolsonaro (PL) será eleito presidente, afirmou que não vai apoiar ninguém no segundo turno e previu que o ex-presidente Jair Bolsonaro deve ser solto em um acordo do novo governo com o Supremo Tribunal Federal (STF).
Após dizer que as eleições de 2026 foram a “mais estranha” que ele já viu, Renan Santos afirmou que o Brasil está instituindo uma “monarquia bolsonarista”, e chamou de “bandidos” tanto o senador Flávio como o presidente Lula.
“Eu não apoio bandido, e o Flávio Bolsonaro é um bandido e o Lula é um bandido, não recomendo a ninguém que vote neles, mas façam como quiser”, declarou.
Apesar de rejeitar apoio ao candidato do PL, Renan avaliou que Flávio vencerá a disputa pela Presidência.
“O Flávio Bolsonaro já é o próximo presidente da república. O Bolsonaro já ganhou. Façam o que vocês quiserem aí. Não vou pedir para vocês votarem nem nulo, nem no fulano, nem no ciclano simplesmente porque não faz diferença”, declarou o o candidato do Missão.
No seu discurso após a apuração, Renan afirmou que Flávio Bolsonaro teve desempenho superior ao do próprio pai, “sendo um nada em termos de carisma e inteligência”, e disse que o PL vai construir uma base “colossal” no país.
O candidato também declarou que “não há direita no Brasil sem Bolsonaro” e afirmou que integrantes do MBL que quiserem deixar o grupo para apoiar Bolsonaro não enfrentarão oposição do movimento.
“Quem está no nosso grupo e quiser sair, poderá sair e virar bolsonarista. Vou repetir, não existe direita (no Brasil) para além de Bolsonaro”, concluiu.
Renan Santos foi o quarto mais votado nas eleições para presidente. O candidato do Missão recebeu 2,6 milhões de votos, ou 2,24% dos votos válidos.
O cantor Frejat, de 64 anos, repudiou o uso da canção 'Bete Balanço' na campanha eleitoral de Renan Santos, candidato à presidência em 2026 pelo Movimento Brasil Livre (MBL).
Por meio das redes sociais, o artista compartilhou uma nota informando não compactuar com as ideias do candidato. O comunicado ainda menciona Cazuza, que também compôs a canção.
"Em meu nome e no de Cazuza manifesto o meu total repúdio à associação da nossa canção "Bete Balanço" à campanha presidencial de Renan Santos. Não compartilhamos com as suas ideias e com o uso contínuo, indevido e desautorizado de nossa música, que demonstra total falta de respeito aos direitos dos autores."
A gravadora Warner Chapell também notificou extrajudicialmente a campanha de Renan Santos (Missão) pelo uso sem autorização da faixa em sua propaganda eleitoral.
A empresa acusa a campanha de descumprir a legislação e afirma que não houve autorização prévia.
De acordo com o site Splash, a notificação extrajudicial foi enviada à campanha no dia 22 de setembro e aponta quatro publicações irregulares. Um dos vídeos nas redes de Renan foi removido pelo próprio Instagram por direitos autorais.
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a TV Globo inclua o candidato do partido Missão à Presidência da República, Renan Santos, no debate promovido pela emissora na noite desta quinta-feira (1º).
A decisão do magistrado ocorre poucas horas depois de a ministra Cármen Lúcia, também do STF, ter rejeitado um pedido apresentado pela legenda para assegurar a presença do postulante ao Palácio do Planalto no encontro de candidatos. Sem os candidatos liderando as pesquisas, somente Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo) eram previstos.
Anteriormente, na quarta-feira (30), o candidato já havia tido sua solicitação indeferida pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques. As informações foram confirmadas pela CNN.
O encontro da TV Globo é o último debate programado entre os presidenciáveis antes da votação do primeiro turno. A Folha de S. Paulo já havia revelado a informação nos bastidores.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes deve decidir ainda nesta quinta-feira (1) que o candidato à Presidência Renan Santos (Missão) tem o direito de participar do debate desta noite, promovido pela TV Globo.
Segundo apurou a coluna de Monica Bergamo, na Folha de S.Paulo, o decano da Corte deve invocar os princípios da liberdade de expressão e do pluralismo político para fundamentar a decisão.
A Globo convidou para o debate apenas o presidente Lula (PT), que decidiu não participar, e os candidatos Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). Romeu Zema (Novo) também foi incluído, após decisão judicial do ministro Kássio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que obrigou a emissora a convidá-lo.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, e a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), negaram os pedidos apresentados pelo partido Missão e pelo candidato à Presidência da República Renan Santos para garantir sua participação no debate promovido pela TV Globo nesta quinta-feira (1º).
As decisões de ambos os tribunais mantêm a exclusão do candidato do encontro transmitido pela emissora. Ao indeferir o pedido no TSE, o ministro Kassio Nunes Marques destacou que as regras estabelecidas na ata do programa não obrigam a TV Globo a convidar o candidato.
No STF, a ministra Cármen Lúcia determinou o arquivamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) ajuizada pela defesa de Renan Santos. A magistrada enfatizou que o instrumento constitucional visa resguardar a integridade do sistema jurídico em caráter abstrato, não sendo a via adequada para examinar pretensões individuais ou interesses concretos.
Cármen Lúcia destacou ainda que a matéria é de competência estrita da Justiça Eleitoral, onde a demanda já vinha sendo analisada.
"A natureza da arguição de descumprimento de preceito fundamental, instrumento de controle abstrato de constitucionalidade, tem por finalidade, em seu fundamento e em sua essência, guardar e garantir a integridade do sistema jurídico-constitucional, não patrocinar ou examinar interesses particulares específicos e subjetivados na exposição de um fato, interesses concretos e expostos quanto aos efeitos desejados para determinada pessoa física ou jurídica", afirma a ministra.
Conforme as normas pactuadas, a presença é assegurada apenas para concorrentes de partidos ou federações que possuem no mínimo 5 representantes na Câmara dos Deputados — enquanto a sigla Missão possui apenas um parlamentar, o deputado Kim Kataguiri (SP).
A ata do debate previa a possibilidade de convite facultativo para candidatos que atingissem 3% das intenções de voto no levantamento Quaest de 28 de setembro ou no caso de desistência de algum dos convidados.
Embora Renan Santos tenha registrado 3% na pesquisa e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenha confirmado que não comparecerá ao debate, Nunes Marques entendeu que a regra reserva à emissora a faculdade de convidar, não gerando direito à participação automática.
"Essa circunstância, contudo, não equivale a convite. A regra exposta na ata não assegurou a participação automática do candidato que preenchesse esse requisito, mas reservou à emissora a faculdade de convidá-lo, prevendo expressamente que a Globo poderá, a seu exclusivo critério, fazê-lo", registra o presidente do TSE.
Em decisão anterior relacionada às regras do encontro, Nunes Marques havia acatado o argumento do partido Novo para considerar a bancada atual da legenda na Câmara dos Deputados (cinco deputados), em vez da eleita em 2022 (3), o que viabilizou a presença do candidato Romeu Zema (Novo).
REAÇÃO DE RENAN
Nas petições encaminhadas às duas cortes, os advogados de Renan Santos sustentaram que a exclusão do candidato violaria princípios constitucionais como a isonomia política, o pluralismo, a vedação à manipulação do pleito e a soberania popular. A defesa questionou o fato de a emissora convidar Romeu Zema e ignorar Renan, apontado como terceiro colocado em levantamentos citados pela peça.
"Não é dado à rede Globo convidar o quinto colocado e ignorar o terceiro. Ao fazê-lo, manipula-se o pleito, conspurcando-se contra a soberania popular que é o fundamento da República", afirmou a defesa na ação enviada ao STF.
Confira em vídeo a reação do candidato:
??STF nega recurso de Renan Santos para participar do debate da TV Globo; candidato se diz indignado
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) October 1, 2026
????@/RafaelFontana
Confira?? pic.twitter.com/Y0F4vuOv38
Junto ao TSE, a sigla alegou que a TV Globo vinha criando uma expectativa de participação ao convidar Renan para compromissos oficiais da cobertura eleitoral, como a sabatina no Jornal Nacional. A defesa anexou cópias de e-mails enviados pela emissora com o calendário de eventos e citou dispositivo da Resolução 23.610/2019 do TSE, segundo o qual não pode haver exclusão de candidato cuja participação seja facultativa após ter sido convidado.
Com o indeferimento das solicitações, estão confirmados no debate da TV Globo os candidatos Flávio Bolsonaro (PL), Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Carlos Viana
"Agora, imagina se fosse alguém da direita. Uma cantora fazendo lá o 22 no palco. Seriam pelo menos 24 horas para se explicar, depois multa, prisão, condenação e Deus sabe o que mais de perseguição".
Disse o senador e candidato à reeleição por Minas Gerais, Carlos Viana (PSD) ao afirmar que vai denunciar a cantora baiana Ivete Sangalo por suposta promoção de “showmício” ao declarar apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por meio de um gesto com as mãos. O parlamentar confirmou a denúncia em vídeo publicado nas redes sociais nesta terça-feira (29).