PROMOTORA CRITICA FALTA DO ESTADO EM CASO GRAVE
As 71 pessoas que foram mantidas em cárcere privado e sofreram maus tratos na Associação Comunitária Tio Paulinho, localizada em Simões Filho, amargam agora com falta de assistência do Estado. Pelo menos é o que afirma a promotora de Justiça Silvana Almeida, que lamentou na tarde desta terça-feira (23), o não comparecimento de qualquer representante do Estado na reunião promovida pelo Ministério Público (MP-BA) para tentar solucionar a questão. De acordo com a promotora, pessoas com deficiência mental e física, que foram abrigadas na casa de repouso Bom Jesus, localizada em Tubarão, em circunstância emergencial, ainda aguardam o apoio da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes). “Assumir a sua responsabilidade, abrigando-as de maneira adequada, como cidadãos que são”, declarou Almeida. Confira os detalhes na Coluna Justiça!