Relação entre assessor e cliente vai além dos investimentos e inclui sucessão patrimonial, diz líder da XP na Bahia
Por Sophia Bernardes, de São Paulo
O trabalho do assessor de investimentos deixou de se limitar à recomendação de aplicações financeiras e passou a envolver um planejamento mais amplo, incluindo sucessão patrimonial, estrutura familiar e objetivos de longo prazo dos clientes.
A avaliação é de Rodrigo Icó, líder da XP Investimentos na Bahia.
Em entrevista à repórter Sophia Bernardes, do Bahia Notícias, o executivo afirmou que a relação entre assessor e investidor deve ser construída sobre três pilares: confiança, conhecimento e capacidade de servir.
“A relação assessor-investidor se baseia em três pilares: confiar, conhecer e servir”, afirmou.
PLANEJAMENTO FINANCEIRO
Segundo Icó, compreender a realidade do investidor é fundamental para elaborar uma estratégia financeira eficiente.
Na avaliação do executivo, conhecer aspectos como composição familiar, renda, estrutura societária e objetivos permite que o assessor desenvolva um planejamento alinhado às necessidades de cada cliente.
“Quando sabemos o ponto de partida, conhecemos a família e entendemos os objetivos do investidor, conseguimos construir uma trajetória para alcançar essas metas”, explicou.
SUCESSÃO PATRIMONIAL
Além da gestão dos investimentos, Icó destacou que temas como planejamento sucessório e proteção patrimonial passaram a fazer parte da rotina da assessoria financeira.
Segundo ele, a XP conta com advogados especializados para atender clientes dos segmentos Unique e Private, oferecendo suporte em questões relacionadas à sucessão e à organização do patrimônio familiar.
O executivo também citou o programa NextGen, iniciativa voltada à preparação dos herdeiros para assumir a administração do patrimônio familiar.
“O planejamento sucessório e a preparação da próxima geração são temas cada vez mais importantes para as famílias que buscam preservar seu patrimônio no longo prazo”, afirmou.
