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Hotel de luxo no Palácio Rio Branco deve contar com 90 quartos e custo de R$ 250 milhões, em Salvador

Por Liz Barretto / Victor Hernandes

Hotel de luxo no Palácio Rio Branco deve contar com 90 quartos e custo de R$ 250 milhões, em Salvador
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O hotel seis estrelas, que será construído no Palácio Rio Branco, localizado na Praça Tomé de Sousa, contará com uma estrutura de grande porte após a construção. Com investimento previsto de R$250 milhões, o equipamento de luxo de Salvador, deve contar com cerca de 90 quartos, conforme revelou o grupo responsável pela parte técnica, nesta segunda-feira (1º). 

 

O edifício adquirido em janeiro de 2022, pela empresa francesa ‘BM Empreendimentos’, recebeu a assinatura da ordem de serviço, nesta segunda. Durante o evento, a Secretaria de Turismo (Setur), apontou que a obra deve ficar pronta no período de 36 meses. 

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, Daniel Sande, CEO do grupo André Guimarães, que atua como braço técnico e investidor, explicou que o projeto busca integrar o patrimônio com os padrões de um hotel seis estrelas. A expectativa é que a entrega do local gere desenvolvimento econômico no entorno e que a preservação seja o diferencial do empreendimento.

 

“Eu digo que a retroalimentação do entorno com esse equipamento também vai gerar muita riqueza e muito retorno. Quando o equipamento vem, o entorno vai melhorando. E aí precisa do poder público para complementar com infraestruturas e segurança, que já estão acontecendo. Então, hoje a gente anda nessa região com muita tranquilidade”, afirmou. 

 

O representante do grupo disse ainda que o equipamento juntará a modernidade com preservação histórica do local. 

 

“Nós achamos fundamental preservar. O diferencial do nosso projeto vai ser o modelo, esses pré requisitos do hotel seis estrelas aliado com a história, com a preservação. Então, nós não encaramos essa preservação como uma mera obrigação, mas sim como objetivo do projeto. Então isso muda um pouco o cenário, porque quanto mais a gente puder preservar”, contou.