Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Salvador

Notícia

Grupo de mulheres evangélicas realiza caminhada contra o feminicídio em Salvador

Por Redação

Grupo de mulheres evangélicas realiza caminhada contra o feminicídio em Salvador
Foto: Reprodução / Mulheres Evangélicas

Cerca de 200 pessoas participaram, na manhã deste sábado (7), da I Caminhada de Mulheres Evangélicas contra o Feminicídio, no centro de Salvador. O grupo percorreu o trajeto entre o Campo Grande e a Praça da Piedade com o objetivo de conscientizar comunidades religiosas sobre a violência doméstica e de gênero.

 

A mobilização, que integra as atividades pelo Dia Internacional da Mulher comemorado neste domingo (08) reuniu fiéis, pastoras, lideranças e ativistas. Ainda com a organização, o evento marca o início de uma agenda de ações voltadas para o público cristão, incluindo palestras, oficinas em igrejas e rodas de conversa em associações de bairro.

 

Foto: Reprodução / Mulheres Evangélicas

 

Dados do levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Instituto Datafolha, divulgado em 2025, 42,7% das mulheres que se identificam como evangélicas relataram ter sofrido algum tipo de agressão por parte de companheiros ou ex-companheiros.

 

Para a reverenda anglicana Bianca Daebs, uma das organizadoras, os números reforçam a necessidade de o tema ser abordado nas estruturas eclesiásticas. “É tempo de as igrejas abordarem em seus púlpitos, escolas bíblicas e organizações o tema da violência contra mulheres e meninas. É necessário denunciá-la como crime”, afirma.

 


O grupo Mulheres Evangélicas contra o Feminicídio é composto por representantes de diversas denominações e busca fortalecer o debate sobre a segurança da mulher dentro das instituições religiosas. Entre as pautas defendidas está o acolhimento de vítimas e a desconstrução de interpretações religiosas que possam ser utilizadas para justificar a submissão feminina ou a permanência em relacionamentos abusivos.