Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Salvador

Notícia

“Todos na faixa da direita”: Sindicato dos Rodoviários anuncia ação em meio à campanha salarial 

Por Eduarda Pinto

“Todos na faixa da direita”: Sindicato dos Rodoviários anuncia ação em meio à campanha salarial 
Foto: Reprodução / Ônibus em Salvador

Todos os veículos da frota de transporte público municipal de Salvador devem trafegar pela faixa da direita nesta terça-feira (6). Assim como a Operação Tartaruga, realizada na última semana, a ação desta terça também é parte da campanha salarial do Sindicato dos Rodoviários de Salvador. A ação terá início às 6h. 

 

O BN entrou em contato com o líder do sindicato, Fábio Primo, que explicou que a ação cumpre uma legislação que indica o uso da faixa da direita (ou faixas exclusivas) por ônibus. Segundo ele, os ônibus vão trafegar apenas pela faixa lateral e parar em todos os pontos, sem exceção. 

 

“É isso que a gente vai fazer amanhã e a gente sabe que, se todos os ônibus andarem pela direita, vai criar um transtorno muito grande e nós já fizemos isso em outras horas”, relata. “É pela nossa campanha salarial, que está travada. Na verdade, esgotou as negociações, não marcou mais nada e a gente tenta destravar, buscar a mesa de diálogo e aí a gente fez esse movimento”, ressalta Fábio. 

 

Segundo ele, as avenidas de maior tráfego de pessoas e transportes coletivos, como a Avenida Luís Viana Filho, a Paralela; Dique do Tororó; Avenida Mário Leal Ferreira, a Bonocô; Avenida Silveira Martins, no Cabula; e a Avenida Afrânio Peixoto, a Suburbana, devem ser as regiões mais afetadas pela medida. 

 

A campanha salarial dos rodoviários envolve, entre diversos pontos, a recomposição salarial de 5% acima da inflação, aumento no valor diário do vale-alimentação e redução das longas jornadas de trabalho, o “turnão”, definindo um limite de até 6h. 

 

Ao BN, Primo destaca que “se não for surtir efeito esse movimento, a gente está construindo um caminho de possível greve por tempo determinado. Esse não é o nosso desejo, a greve, o nosso desejo é sentar, dialogar, mas se não chegar ao denominador comum, infelizmente isso pode acontecer”, completa.