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Em 20 anos, Conselho de Ética da Câmara condenou 15% dos deputados acusados
Ex-deputada Flordelis | Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados rejeitou, na última quarta-feira (3), processos contra os deputados Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Casa, e Luis Miranda (DEM-DF). Os dois sofreram representação no colegiado por denúncia relativas ao caso da compra da vacina indiana Covaxin.

 

O Conselho de Ética completou 20 anos em outubro. Segundo levantamento do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, o colegiado recebeu 188 representações desde 2001, contra 152 deputados. Dessas denúncias, 23 tiveram parecer aprovado pela perda de mandato, número que corresponde a 15% dos envolvidos. Dos 23, apenas oito acabaram cassados pelo plenário da Casa.

 

Em 2021, a ex-deputada Flordelis (PSD-RJ) teve parecer pela perda do mandato aprovado no Conselho. Acusada de ser a mandante da morte do marido, pastor Anderson do Carmo, em 2019, Flordelis foi cassada pelo plenário em agosto.

 

Com exceção de Flordelis, as demais representações que resultaram em pareceres pelas perdas dos mandatos ocorreram por corrupção, por mentira ou pelos dois, como é o caso dos ex-deputados Roberto Jefferson (PTB) e Eduardo Cunha (MDB). Outros que foram condenados pelo colegiado e cassados pelo plenário da Casa são José Dirceu (PT-SP), André Luiz (sem partido-RJ), Pedro Corrêa (PP-PE) e Natan Donadon (MDB-RO) e André Vargas (PT-PR).

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