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Bolsonaro admite ter extrapolado em atos do dia 7 e 'garante' eleição: 'Não vou melar'
Foto: Marcos Corrêa / PR

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que extrapolou em algumas coisas que falou durante discursos nas manifestações do 7 de setembro e que seus apoiadores esperavam que ele "chutasse o pau da barraca". O chefe do Executivo também explicou que optou em "acalmar tudo" com a carta escrita com a ajuda do ex-presidente Michel Temer e, segundo ele, não há chance de "melar a eleição".

 

"Esperavam que eu fosse chutar o pau da barraca. Você imagina o problema que seria chutar o pau da barraca. Eu não convoquei a manifestação. Eu vinha falando que estamos lutando por liberdade e comecei a falar uns quinze dias antes que estaria na Esplanada e em São Paulo. Mas em São Paulo, quando eu falei em negociar, eu senti um bafo na cara. Extrapolei em algumas coisas que falei, mas tudo bem", disse Bolsonaro em entrevista à revista Veja.

 

O presidente também foi questionado se a crise com o Judiciário estava superada e afirmou que não é "Jairzinho paz e amor", mas que a "idade dá certa maturidade".

 

"Depois das manifestações de 7 de setembro, houve a reação do STF. Teve o telefonema do Temer, ele falou para mim: “O que a gente pode fazer para dar uma acalmada?”. Respondi que o que eu mais queria era acalmar tudo", disse.

 

Sobre a decisão do Congresso de barrar o voto impresso, Bolsonaro disse que "olha só: vai ter eleição, não vou melar, fique tranquilo, vai ter eleição".

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