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Baiano autor de chacina no Distrito Federal teria sacrificado vítima em ritual satânico
Foto: Gustavo Moreno/ Especial Metrópoles

Investigadores da Polícia Civil do Distrito Federal apuram circunstâncias macabras que envolvem o assassinato de Cloenice Marques de Andrade, de 43 anos, no Distrito Federal. Lázaro Barbosa de Sousa, 32, também é o responsável por matar o marido e dois filhos da mulher, que teria sido morta em um ritual satânico.

 

Segundo informações do Metrópoles, a vítima teve mechas de cabelo cortadas e uma orelha arrancada às margens do córrego próximo ao Incra 9, Ceilândia, local do crime.

 

As equipes de busca também encontraram perto de um riacho, objetos que supostamente foram utilizados na cerimônia. Lázaro distribuiu os mesmos itens em dois acampamentos montados por ele durante a fuga, que já dura dias.

 

Policiais também fizeram buscas no imóvel em que a mãe de Lázaro morava e encontraram altares e tigelas de barro com dinheiro e cachaça. No local, segundo a Polícia, também havia desenhos de "pentagramas" e uma cruz invertida.

"Pentagrama" e "cruz invertida" encontradas pela polícia | Fotos: Divulgação

 

De acordo com a Polícia Militar de Goiás, o homem afirma estar possuído por um espírito e que "vai levar o tanto de gente que puder". Há indícios de que Lázaro pratica os rituais desde a adolescência.

 

Na úlima segunda-feira (14), o secretário de Segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda, classificou o homem como "psicopata".

 

"Ele, além de ser psicopata, é da região. É o que nós chamamos de ‘mateiro’, acostumado a se emburacar no mato. Ele deve ter outra motivação psicótica. Está muito focado em seguir na trajetória criminosa. Mas vamos chegar até ele", disse Miranda.

 

As imagens publicadas originalmente na matéria continham elementos de religiões de matrizes africanas, associando-as a rituais satânicos. A Polícia Civil do Distrito Federal, responsável pela divulgação das imagens, não fez o alerta, já que o acusado utilizou também elementos de outras religiões e rituais pagãos durante o crime. Para evitar a associação equivocada e eventualmente reforçar o preconceito religioso, substituímos as imagens.

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