Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Salvador tem 25 mil famílias na extrema pobreza, estima secretário de Promoção Social

Por Ailma Teixeira

Salvador tem 25 mil famílias na extrema pobreza, estima secretário de Promoção Social
Foto: Vitor Santos

Com a crise sanitária e o agravamento da crise econômica, cresceu o número de pessoas na extrema pobreza. Em janeiro, uma reportagem da Folha de S. Paulo, com análise da FGV Social a partir de dados das Pesquisas Nacionais por Amostra de Domicílios (Pnads) Contínua e Covid-19, mostrou que 12,8% dos brasileiros passaram a viver com menos de R$ 264 por mês.

 

A nível de Bahia, a situação pode ser ainda pior: no início deste mês, o secretário de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) do Estado, Carlos Martins, disse que havia 1,9 milhão de pessoas vivendo com cerca de R$ 89 a R$150 por mês. No que se refere a Salvador, números da Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (Sempre) estimam que há cerca de 25 mil famílias em situação semelhante.

 

“Nós temos aqui em Salvador 320 mil pessoas inscritas no Cadastro Único, dentre eles 180 mil recebem o benefício do Bolsa Família, e temos uma média mensurada de 25 mil famílias que estão em estado de extrema pobreza. Estes são os dados que nós temos. Evidentemente, por conta da pandemia, e de medidas restritivas, essas inscrições - ou essas renovações - ficaram prejudicadas”, disse o secretário da pasta, Kiki Bispo, em entrevista ao Bahia Notícias.

 

Ele reconhece que esses números devem estar subdimensionados. Para chegar à população carente, mas “invisível” às ações sociais, a pasta pretende fazer uma “busca itinerante”, a fim de realizar o maior número de inscrições possíveis que possibilite uma “real análise deste grupo de pessoas que estão em estado de vulnerabilidade”. Clique aqui e leia a entrevista completa.