Quando a morte do soldado vira propaganda, a vida perde o valor
Por Fernando Duarte
O episódio envolvendo um soldado da Polícia Militar em surto psicótico não deveria ser alvo de politização no sentido mais mesquinho do termo. Wesley Soares não estava em seu estado normal e faltou apoio da própria corporação para identificar os sinais de que ele poderia chegar ao ponto em que chegou. Porém isso não autoriza que a morte dele seja usada pelas hostes bolsonaristas para justificar ataques às medidas restritivas ou o caos social vivido no Brasil por conta da pandemia, gestado por esses grupos milicianos. O desrespeito à imagem do soldado segue a todo vapor nas redes sociais, incentivado por irresponsáveis que pensam apenas na autopromoção. Clique aqui e leia a coluna completa!
