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Retrospectiva: Data palíndromo e morte de miliciano foram destaques em fevereiro
Foto: Divulgação/ Polícia Civil

Ao longo do último fevereiro, o Bahia Notícias registrou 7,05 milhões de acessos. Mas, diferente do mês de janeiro, em que os principais destaques foram para a coluna Holofote, dessa vez, o ranking foi tomado pela página principal.

 

A nota mais lida do site, com 433.107 visualizações, tem um quê de inusitada: o dia 02/02/2020 foi a penúltima data palíndromo do século 21, um nome pouco usual que se refere a combinações numéricas ou de letras que tanto podem ser lidas da esquerda para a direita quanto da direita para a esquerda que dá no mesmo. Tipo "ovo", "Ana" e "arara" (veja aqui).

 

Já a segunda e a terceira notas falam de um caso mais sério: a morte do miliciano Adriano da Nóbrega, na cidade de Esplanada, no interior da Bahia. Com a medalha de prata e 315.065 visualizações, ficou a nota sobre a decisão judicial que contrariou o desejo da família e proibiu a cremação do corpo dele (veja aqui).

 

O bronze foi para a nota da morte propriamente dita, com 191.482 visualizações. Adriano morreu em confronto com a PM baiana após ser encontrado em um sítio. Envolvido com o caso das rachadinhas no gabinete do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) quando o parlamentar era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), o miliciano estava foragido há mais de um ano (saiba mais aqui).

 

Completam o ranking de fevereiro a polêmica da vez entre o cantor Igor Kannário e a Polícia Militar e os casos de dengue.

 

Na segunda-feira de Carnaval, enquanto passava com sua pipoca pelo circuito do Campo Grande, o cantor e deputado federal disse, após ocorrer uma briga: “se acontecer alguma coisa comigo, quem mandou me matar foi alguém da Polícia Militar” (veja aqui). A corporação, é claro, reagiu, acusando-o de incitar os foliões contra os militares. A treta rendeu 88.010 visualizações.

 

Por último, com 69.716 acessos, uma nota sobre o crescimento de 71% nos registros de casos de dengue. Tudo isso quando o Brasil já começava a ter o coronavírus como preocupação principal diante da iminente chegada do vírus ao país (veja aqui).

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