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Conversa com Moro mostra temor de Bolsonaro com investigação contra 'gabinete do ódio'
Foto José Cruz/Agência Brasil

A matéria do site O Antagonista (leia aqui), citada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em conversa com o agora ex-ministro Sergio Moro como uma das justificativas para mudar o comando da Polícia Federal, fala sobre a possibilidade de a PF ter cumprido um mandado de busca e apreensão nos endereços “de 10 a 12 deputados bolsonaristas, mais empresários, que tiveram o sigilo quebrado” para apurar fake news. 

 

A conversa foi exposta na noite desta sexta-feira (24) pelo Jornal Nacional (leia mais aqui). A matéria em questão, divulgada na reportagem do noticiário, diz que um inquérito para apurar as fake News poderia ter auxiliado um outro comandado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que foi interrompido por conta da quarentena.

 

“Com o novo inquérito, dificilmente vai dar para parar a investigação, que já teria identificado o chamado ‘gabinete do ódio’ que funciona no Palácio do Planalto como a origem das fake news, e poderão surgir dados que liguem esse grupo palaciano, coordenado pelo vereador Carlos Bolsonaro, à organização dessas manifestações ilegais (…)”, diz trecho da reportagem do site.

 

Conversa de Moro com Bolsonaro | Foto: Reprodução / TV Globo

 

Na conversa com Moro, Bolsonaro argumenta: “mais um motivo para a troca”, referindo-se ao ex-diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, exonerado na manhã desta sexta. A demissão na PF gerou a ruptura total entre Bolsonaro e Moro, que trocaram acusações durante o dia inteiro.

 

“Este inquérito eh conduzido pelo Ministro Alexandre [de Moraes] no STF, diligências por ele determinadas, quebras por ele determinadas, buscas por ele determinadas. Conversamos em seguida as 0900 [9h]”, respondeu Moro ao presidente pelo WhatsApp. 

 

A Procuradoria-Geral da República também manteve os delegados que são responsáveis pelo inquérito para apurar as Fake News. (Atualizada às 22h13)

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