Ildazio Jr.: E o Carnaval 2020? E o de 2021?
Com o recrudescimento da música de axé, os empresários que comandavam a cena se agrupando e refugiando em camarotes, poucos players para vender pano e alegria, restou aos poderes públicos tomarem conta da festa. Isso é inegável! Coisa engraçada essa alternância de comando forçada, pois, se prestarmos atenção, antes existia uma omissão quase que total dos poderes públicos, com o carnaval sendo entregue nas mãos de um trade (sic!) de empresários, donos de bandas, blocos, trios e camarotes, e hoje se inverteu! No meu humilde entender tem que ser no mínimo 50% para cada, pois assim rende a todos e tende a se perpetuar. Pois enquanto um só ditar as regras, acontecerão excessos aqui, erros acolá, mas sempre prevalecerá ao final de tudo a vontade de um lado só, seus intuitos, fins, quer seja poder ou grana. Clique aqui e leia o texto completo!
