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ONG Parque Social nega irregularidades e diz que ainda não foi notificada sobre inquérito

ONG Parque Social nega irregularidades e diz que ainda não foi notificada sobre inquérito
Foto: Divulgação

A ONG Parque Social negou possíveis irregularidades que serão investigadas pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) (veja mais). Em nota divulgada nesta quinta-feira (20), a entidade disse que ainda não foi notificada sobre o inquérito. A organização não-governamental é ligada a Maria do Rosário Vianna de Magalhães, mãe do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM).

 

"As ações desenvolvidas entre o Parque Social e a Prefeitura de Salvador, para execução de programas e projetos voltados para promoção da Assistência Social, com foco no Empreendedorismo Social e na Participação Cidadã, sempre obedeceram à legislação vigente, aos princípios constitucionais que norteiam a administração pública. São, ainda, submetidas à supervisão dos órgãos de controle internos da administração pública municipal", diz nota divulgada pelo órgão.

 

O MP-BA vai investigar os convênios e termos de colaboração, além de posteriores termos aditivos, celebrados entre os anos de 2013, início da gestão de Neto, e 2018, quando a Parque Social fechou um convênio de R$ 5,6 milhões com a prefeitura para gestão do Programa Municipal de Aprendizagem, aprovado pela Câmara (veja aqui). Assinado com dispensa de licitação, o negócio pode chegar a R$ 6 milhões.

 

O inquérito foi instaurado com base em uma representação oferecida pelos vereadores de Salvador, José Trindade (Podemos) e Aladilce Souza (PCdoB). A nota divulgada pela ONG critica Trindade e diz que ele realiza "ataques infundados à prefeitura e presta um desserviço à cidade".