'Estamos conseguindo quebrar esse tabu', comemora árbitra baiana sobre preconceito
Por Gabriel Rios
Ser árbitra no Brasil ainda é um tabu que muitas mulheres tentam quebrar. Daniella Coutinho Pinto, baiana de Feira de Santana, tem na arbitragem uma paixão que vem de berço. “Meu pai é um ex-árbitro da Federação Baiana de Futebol (FBF) e aos finais de semana ele sempre estava designado a alguma partida, e eu sempre o acompanhei. Isso despertou em mim um interesse muito grande pela arbitragem, foi quando eu decidi que era o que eu queria pra mim, informei a ele e ele me deu total apoio. Aos 17 anos eu me filiei à Liga de Feira de Santana e dois anos depois eu me tornei federada”, explicou. Clique aqui e leia a matéria completa.
