Luis Ganem: Se é axé, então VIVA, ou não?!
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E a música da Bahia, mais precisamente o axé, fez trinta anos. De uma passagem discreta no carnaval de 2015, sem muitos arroubos, com comemorações acanhadas, pouca manifestação ou apenas um proforma oficial entediante, passamos praticamente sem nada dizer de mais aprofundado sobre o ritmo. Digo isso, pautado pela minha ideia de modelo de comemoração, que seria de um evento aberto ou solidário, de uma grande festa, envolvendo a todos que se destacaram nesses trinta anos no carnaval de Salvador, e que fizeram o ritmo se tornar grande no Brasil, enfim, uma festa, como todas as grandes comemorações impõem. Mas, não sei por que cargas d’água, nada disso aconteceu. E para a grandiosidade da data – isso na minha ótica – acabamos apenas publicitando-a, até como forma de enganar e justificar, um já desiludido estado de espírito. Clique aqui e leia a entrevista completa na Coluna Holofote!
