Operação Chuva da prefeitura é lançada após temporal que arrasou Salvador
Por Luiz Fernando Teixeira
Paulo Fontana será o coordenador geral | Foto: Agecom
Após o temporal que vitimou Salvador (veja aqui e aqui) na última quinta-feira (9), o prefeito da capital baiana, ACM Neto (DEM) decretou a “Operação Chuva” para os órgãos e entidades do município, que irão trabalhar em regime de trabalho intensivo e estado de alerta. Publicado no Diário Oficial do Município desta sexta-feira (10), a resolução do democrata pretende "reduzir os impactos provocados pelas chuvas, intensificando as ações de limpeza da macro e micro drenagem, das encostas, poda de árvores, vistorias em áreas de risco e outras de caráter preventivo" dentro de 90 dias. Ainda de acordo com o decreto, o coordenador geral da Operação Chuva será o Secretário Municipal de Infraestrutura, Habitação e Defesa Civil (Sindec), Paulo Fontana, com outros funcionários da autarquia agindo como "Coordenador Executivo", "Subcoordenador Executivo", "Coordenadores de Núcleo", "Subcoordenadores de Núcleo da Defesa Civil", dentre outros. Cada um deles ganhará um adicional para trabalhar na Operação Chuva, de acordo com um anexo do decreto:
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Só o Coordenador Executivo embolsará R$ 18,34 por hora trabalhada, sem contar os auxílios de alimentação e transporte. Caso ele trabalhe na função seis horas por dia até o fim da Operação Chuva, ele custará R$ 8.402,04, por exemplo. Essa gratificação, de acordo com o decreto, "é vantagem temporária, que não se incorpora ao vencimento ou salário nem serve de base para recolhimento da contribuição previdenciária". "O pagamento da Gratificação pela Participação em Operações Especiais ficará condicionado à comprovação de frequência junto à Coordenação Executiva, que atestará a planilha de pagamento calculada de acordo com as escalas de plantão e valores correspondentes à carga horária efetivamente realizada", esclarece o texto.
