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Reforma tributária e soberba

Por Ricardo Luzbel

Reforma tributária e soberba
Foto: Reprodução
No início do governo do prefeito ACM Neto, ainda quando a reforma tributária era desenhada, o Bahia Notícias alertou para a possível oneração dos setores produtivos de Salvador. Alertamos para o setor imobiliário que haveria impacto direto nos seus empreendimentos. Alertamos também aos profissionais liberais. A preocupação do BN era com os setores que geram emprego em Salvador: construção e serviços. Fomos acusados de estar a serviço da "máfia das transcons". Resultado: o maior gerador de empregos da cidade está parado pelas indefinições jurídicas, tributárias e até a própria proibição do uso da moeda de transações imobiliárias. A Ademi, alertada, procurou o prefeito, que garantiu não aprovar a tributação e os artigos que poderiam atingir o setor. Só que, tanto a Ademi quanto a Fieb, e outras associações, esqueceram de combinar com quem decide: a Câmara de Vereadores. Preferiram atuar "por cima". Resultado: hoje procuraram a Câmara com o sentimento de arrependimento. Mas uma coisa não conseguimos entender. Se ACM Neto não concordou com tal tributo, por que o manteve em seu projeto? Os vereadores votaram com o que o prefeito havia pedido. Há quem diga que os setores empresariais estariam mal representados.