Se o governo baiano mantiver a posição de cortar o ponto dos professores da rede estadual de ensino, em greve há 16 dias, não haverá reposição das aulas perdidas. A ameaça, que pode comprometer o ano letivo e prejudicar cerca de 32 mil alunos, foi feita pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), Rui Oliveira. “Eles vão ter que contratar quem reponha. A greve começou por causa do governo, que não cumpriu o acordo de garantir os 22,22% de reajuste. [...]  O governo diz que está aberto ao diálogo, mas os professores estão tendo os salários cortados, que diálogo é esse?”, questionou em entrevista ao jornal Correio. A categoria se reúne na manhã desta sexta-feira (27) nas dependências da Assembleia Legislativa, onde permanecem acampados, para fazer um enterro simbólico do governador Jaques Wagner.

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