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Sábado, 07 de Janeiro de 2012 - 01:00

Una: Destino de gestor que teve contas reprovadas é incerto

por Rodrigo Aguiar

Como o prefeito tem maioria na Câmara – sete dos nove vereadores costumam apoiá-lo – é de se esperar que os edis fechem os olhos e ignorem o parecer do tribunal. No entanto, não é nisso que aposta o presidente da Câmara, vereador Nilton Nogueira (PMDB). Ele destaca que somente quatro vereadores formam a base efetiva do prefeito e ressalta que uma maioria simples pode votar contra o alcaide. “Por causa das dificuldades que tivemos com dinheiro, a presidente anterior teve que exonerar assessores de vereadores”, afirmou Nogueira. Já o vereador Romualdo (PMN) pontuou que, apesar de fazer parte da maioria, não descarta votar pela rejeição. “Até agora, a Câmara tem seguido sempre o parecer do tribunal. Não acredito que venha a mudar”, disse. Também foram consultados outros três edis. “Não posso fazer julgamento antes de ver. Eu sou uma pessoa cautelosa”, afirmou Nara Muniz (PHS), ex-presidente da Câmara e integrante da base do prefeito. “Estou viajando. Tenho que ver isso mais devagarzinho. Não tenho muita informação”, justificou Juvenal (PRP), que diz não “trabalhar” com os conceitos de oposição e situação. “Eu não me meto muito nesse assunto. Isso é mais com o presidente. Na hora [de votar], eu vou decidir”, contou Tanda (PHS), vice-presidente da Casa Legislativa. A julgar pelos discursos da maioria dos vereadores – que sequer souberam ou quiseram designar as bancadas de governo e oposição – o destino do prefeito de Una é incerto. 

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