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Pelegrino nega isolar aliados de diálogo sobre sucessão 2012

Por Evilásio Júnior

Pelegrino nega isolar aliados de diálogo sobre sucessão 2012
Foto: Evilásio Júnior/ Bahia Notícias
Ao contrário das reclamações dos integrantes de partidos da base do governo estadual, que se queixam de “falta de unidade” nas conversas sobre a sucessão municipal de Salvador em 2012, o deputado federal Nelson Pelegrino, pré-candidato do PT à prefeitura, negou a ausência de diálogo. Em entrevista ao Bahia Notícias, logo após o almoço que promoveu para jornalistas, nesta quarta-feira (28), no restaurante Barbacoa, o petista disse “estranhar” as declarações dos representantes das siglas aliadas. “Nós temos dialogado com todos os partidos que estavam ali, tanto os que são da base do governo quanto os que não são. As conversas bilaterais têm acontecido e têm fluído com muita positividade”, avaliou. Pelegrino rechaçou ainda o discurso da colega de Câmara Alice Portugal (PCdoB), que cogitou o risco de o Município virar uma subsecretaria de Estado. “O governador Jaques Wagner não tem essa postura, é um democrata. Mesmo quando ele tem divergência, tem respeitado a autonomia do Município e não tem imposto nada. Agora, o governador é a maior liderança da Bahia, do nosso partido e dos partidos que compõem a base do governo. Ele tem toda a legitimidade para interferir nesse processo, embora não tenha feito imposições. Ele dá a sua opinião. É um líder político e, como tal, tem uma visão do processo sucessório. Quer a unidade da base, o que é legítimo, e eu defendo isso também”, argumentou. Embora o parlamentar sequer tivesse sido convidado para o encontro do dia anterior, ele não acredita que as críticas reflitam as posições oficiais da legenda.  Petista questiona validade de múltiplas candidaturas da base de Wagner em Salvador.  PT disputará 9 municípios e apoiará aliados em 11 das 20 principais cidades