Bahia: reclamação contra Cintra é “choro de perdedor”
Por Rafael Rodrigues

ência e poderia ser decidida durante o expediente. “A matéria é apócrifa. Não bota a cara à tapa para dizer quem é, é choro de derrotado”, disse, desconfiando da real preocupação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com a situação. “Em nenhum momento tivemos com Cintra nem com doutor Gesivaldo”, afirmou. O jurista avaliou existir emergência na ação, já que haveria prejuízo financeiro e administrativo “iminente” para o clube. “A Resolução 71 do CNJ deixa para o juiz a interpretação do que é urgente ou não, e autoriza conceder liminar quando houver iminência de prejuízo”, citou. Segundo Ismerim, caso a liminar não fosso concedida, o interventor iria administrar o Bahia até fevereiro, já que não haveria tempo hábil antes do recesso do judiciário para a análise do processo. “Ficaríamos com um interventor sem um cacoete de dirigente de futebol e com o prejuízo financeiro porque ele receberia R$ 60 mil por mês do Bahia”, salientou.