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Professor diz que, sem incentivo, bancos comunitários 'vivem dilema de se manter'

Por Bruno Leite

Professor diz que, sem incentivo, bancos comunitários 'vivem dilema de se manter'
Foto: Bahia Notícias

Atuando como professor da Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia (Ufba), um dos projetos tocados por Genauto França junto a outros professores e membros da instituição é a Incubadora Tecnológica de Economia Solidária e Gestão do Desenvolvimento Territorial (Ites), que tem como objetivo buscar alternativas para o desenvolvimento econômico, social e ambiental de comunidades socioeconomicamente empobrecidas. 

 

Acompanhado do também professor Magno Macêdo, Genauto discorreu sobre as iniciativas apoiadas pela Ites em relação aos chamados bancos comunitários, a importância social e a legitimidade de moedas sociais - que em algumas comunidades têm um fluxo maior que a própria moeda oficial, o real -, além da relevância política que há em se comprar na própria localidade em que se habita. 

 

Na entrevista, o coordenador do Ites apontou a participação efetiva da população na criação dos bancos. Para ele, "uma das grandes preocupações dos bancos comunitários diz respeito a lutar contra o processo de empobrecimento dos territórios". Por isso, reforça a necessidade de terem incentivo para manter esse trabalho. "Elas vivem muito esse dilema em conseguir se manter, às vezes sofrem com uma certa ausência de apoio e recursos". Clique aqui e leia a entrevista na íntegra na Coluna Municípios.