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Marca Bahia Notícias

Notícia

Sem dinheiro, Pinheiro faz 'dieta forçada' após privatização do cafezinho do Senado

Por Lucas Cunha

Sem dinheiro, Pinheiro faz 'dieta forçada' após privatização do cafezinho do Senado
Foto: Tiago Melo/BN
O senador baiano Walter Pinheiro (PT-BA) acabou sendo obrigado a fazer uma "dieta forçada" após a privatização do ‘cafezinho’ do Senado. O local do lanche dos parlamentares passou a ser administrado pelo Senac e, a partir de então, os senadores tem que pagar por bebidas e petiscos mais elaborados. Só são distribuídos gratuitamente café, água sem gás, biscoito de maizena e cream cracker. A mudança pegou de surpresa Pinheiro. "Eu fiquei sem o lanche porque estava sem dinheiro para pagar", declarou o petista, em reportagem feita pelo jornal Folha de S. Paulo. Outros parlamentares que também foram pegos desprevenidos acabaram tendo que pegar um empréstimo com seus assessores. "Me empresta aí R$ 5 para eu pagar aqui", disse o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), segundo registrou a reportagem da Folha, para completar o pagamento da conta. Entre os valores pagos, o pão de queijo sai por R$ 1,50 a unidade. Já quem quiser comer um sanduíche de mortadela ou uma quiche terá que desembolsar R$ 10 do seu próprio bolso. Em 2013, o Senado gastou R$ 200 mil para os lanches, quando o fornecimento era gratuito. Os garçons que trabalhavam no local, com salários que variam entre R$ 7 mil e R$ 14 mil, foram relocados para outras áreas. Alguns deles passaram a exercer atividades administrativas.