‘Mais um capítulo da novela: Wagner pode, ACM Neto não’, rebate líder do DEM na Câmara
Por David Mendes
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
O vice-líder do governo e líder do DEM na Câmara Municipal de Salvador, vereador Léo Prates, rebateu neste sábado (19) as acusações feitas pelo vereador petista Arnando Lessa (PT) sobre o pagamento de R$ 6 milhões, com dispensa de licitação, à empresa paulista Mckinsey & Company Inc., que está responsável pela elaboração do "Plano de Metas e Estratégias 2013-2016" da administração soteropolitana. O petista questionou uma suposta “benevolência” da empresa de consultoria e levantou a suspeita de que o pagamento teria sido feito por um serviço anunciado em 2012 como gratuito. “A Mckinsey é uma empresa reconhecida mundialmente que fará todo o planejamento de um prefeitura durante quatro anos, enquanto o governo do Estado, do mesmo partido do vereador [Lessa], pagou R$ 40 milhões a essa mesma empresa apenas para ela elaborar o projeto de uma ponte [Salvador-Itaparica]. Eu venho contando em verso e prosa mais um capítulo da novela: ‘Wagner pode, ACM Neto não pode’”, afirmou o democrata. Nesta sexta (18), em nota enviada ao Bahia Notícias, o secretário municipal da Casa Civil, Alberto Mascarenhas, afirmou que a contratação da companhia foi necessária para a implantação do programa que, segundo ele, tornará a máquina pública soteropolitana “mais transparente e baseada em resultados”. O chefe pasta garantiu ainda que desde janeiro deste ano, Mckinsey elabora "sem ônus" aos cofres municipais, o consultoria citada.
