Dois de Julho reacende polêmica sobre uso de animais no desfile
A proximidade dos festejos pela independência da Bahia reacendem a polêmica em torno da participação de animais no Desfile do 2 de Julho. A prefeitura de Pedrão, município no centro-norte baiano, e a ONG Terra Verde Viva ainda discutem o uso de cavalos pelo tradicional grupo cultural Encourados de Pedrão, formado por 40 vaqueiros que representam os voluntários que lutaram na guerra. A organização pede a retirada dos animais do desfile cívico, sob a alegação de que eles são submetidos a maus-tratos. Já o prefeito da cidade, Alceu Barros, diz que percorrer o trajeto a pé “é impossível”. Para tentar resolver o impasse, o alcaide e a advogada da ONG, Ana Rita Tavares, se reuniram na noite desta quarta-feira (27), mas não chegaram a um acordo. A presidente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB), Consuelo Pondé, e o diretor da Fundação Pedro Calmon, Ubiratan Castro, apoiam o uso dos cavalos. Segundo Castro, um ofício foi enviado ao secretário de Cultura, Albino Rubim, para garantir a presença dos Encourados no 2 de Julho. Informações do jornal A Tarde.