Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias

Notícia

Governo do Estado faz força-tarefa e projeto de mobilidade será votado este ano

Por Evilásio Júnior

Após o drible tomado nesta terça-feira (20), quando os vereadores aliados ao prefeito João Henrique Carneiro (PP), sem que a oposição percebesse, aprovaram a Lei Orçamentária Anual de 2012, o governo do Estado convocou a sua base na Câmara e conseguiu reverter o quadro. Como após a votação da LOA, a Casa já poderia decretar férias – alguns chegaram a avisar que viajariam a partir desta quarta (21) –, secretários estaduais e edis do PT e PCdoB – partidos da base de Wagner e contrários a JH – tiveram que se movimentar nos arredores do Palácio Thomé de Souza para que o projeto de mobilidade urbana, indispensável para a licitação do metrô da Paralela, entrasse na pauta antes do fim dos trabalhos legislativos. Vereadores ouvidos pelo Bahia Notícias apostam que o pleito, ao que tudo indica, ocorrerá na próxima semana. O impasse foi gerado pela postura de representantes petistas e comunistas, considerada radical pelos “henriquistas”, que acabou por deixar o governo com as calças na mão. De olho apenas na picuinha política, parte do bloco da maioria não demonstrava interesse em apreciar as matérias de interesse majoritário do Palácio de Ondina – que teme não implementar as ações necessárias à Copa do Mundo antes de 2014 – e teve que receber um “afago” extra para se motivar a comparecer à Câmara. Se os entendimentos avançarem, a matéria que trata das execuções para o entorno da Arena Fonte Nova ainda pode entrar no bojo. O problema agora será conseguir o cumprimento do acordo pela ala da maioria, já que há apenas nove oposicionistas e é necessário um quórum mínimo de 28 vereadores para que uma proposta seja aprovada em plenário. Sem acordo, o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) e a Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo (Louos) ficaram mesmo para 2012.