"Em momento algum o governo dizia como e onde deveria ser utilizado o empréstimo, ou que haveria um acompanhamento por parte da oposição – o que é republicano e democrático. O que dá a entender que o uso deveria ser para fins eleitoreiros, para cobrir despesas ou furos de custeio, o que já ocorreu em empréstimos passados.”
César Borges, senador e presidente estadual do PR, ao questionar o destino do empréstimo de R$ 563 milhões do BNDES para o Estado.