“Não é a carga horária de trabalho que vai determinar o que o operário produz. É preciso, sim, uma reforma trabalhista, porque o empregado de uma fábrica ou da construção civil terá maior eficiência no que faz se sua família estiver bem.”
Rui Costa, secretário estadual de Relações Institucionais, ao defender a redução na jornada de trabalho de 44 para 40 horas.