Mauro Cid
"Sem qualquer intenção de desrespeitar vossas excelências e os trabalhos conduzidos por esta CPMI, considerando minha inequívoca condição de investigado, por orientação da minha defesa e com base no habeas corpus concedido em meu favor pelo STF, farei uso ao meu direito constitucional ao silêncio".
Disse o tenente-coronel Mauro Cid, em uma declaração lida, ao afirmar que, considerando a condição de investigado, a orientação de sua defesa e a decisão tomada pela ministra Carmen Lúcia, usaria seu direito constitucional ao silêncio durante sua oitiva na CPMI do 8 de janeiro.
