“Não estamos cobrando de ninguém nada. Nossos adversários nacionais estão operando e nós, obviamente, não vamos ficar parados. Toda a movimentação da Bahia é a dos partidos buscando seu palanque na Bahia. Nós temos compromisso com o país, um projeto de mudanças em curso, e logicamente nós temos que fazer operações.”
Jonas Paulo, presidente estadual do PT, ao defender que a legenda se articula politicamente como qualquer outro partido.