Carlos Brasileiro
"Pelo que me dizem, foi um dos locais mais em conta que encontraram e o meu objetivo era valorizar o nobre servidor. (...) Por que o servidor de Combate à Pobreza não pode estar em um lugar legal? Claro que pode. Pode e deve. Tem que acabar com essa hipocrisia de que a gente não pode estar nos espaços bons. ‘Lá é um lugar chique que só vai barão’. Ora, vai barão e vai pobre. Se tiver dinheiro para pagar, vai o pobre e vai o rico.”
Secretário estadual de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza, que gastou só em dezembro R$ 1,025 milhão em eventos, ao justificar o uso do espaço Unique, um dos mais requintados de Salvador, para realizar a festa de confraternização da pasta.
