Sinjorba se manifesta sobre prisão de repórter
O Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba) divulgou um comunicado em que relata a versão dada pela repórter-fotográfica do jornal Correio, Marina Silva, para o momento em que foi presa por um policial militar por desacato à autoridade, na manhã desta quinta-feira (11). De acordo com o texto redigido pela presidente do Sinjorba, Marjorie Moura, a discussão teria chegado ao ponto de um policial dar um tapa no equipamento fotográfico da jornalista. A profissional tentava registrar imagens relacionadas à execução de um sargento da Rondesp, no bairro do Beiru. Segue o texto na íntegra: "A jornalista estava no pátio do edifício, próximo a uma guarnição da PM, e pediu que um dos policiais se voltasse para não ter seu rosto fotografado. Teve inicio uma discussão e o PM alegou que havia sido desacatado. Um dos policiais deu um tapa na câmera, a profissional levantou a máquina para o alto, mas o PM torceu o braço de Marina Silva, que gritou de dor. Ele a soltou e agarrou pela gola da camisa, puxando-a na direção da viatura. Ela pediu que a soltasse, foi atendida, mas entrou na viatura e foi levada para a 11ª CP. Os integrantes da guarnição e a jornalista foram ouvidos, e esta liberada depois do delegado firmar o termo circunstanciado."