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APLB: Chapas discordam no 1º balanço da eleição

Por (José Marques)

O primeiro dia de eleição do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB) foi considerado turbulento para a oposição e, paradoxalmente, tranquilo para os candidatos à reeleição. De um lado, o primeiro diretor da Chapa 2, contrária à atual gestão, César Carneiro, afirma que houve problemas em urnas e locais de votação em diversos pontos do estado. Para ele, são sinais de que a comissão eleitoral, indicada pelos dirigentes do APLB, está “dificultando o processo” e, por isso, no segundo dia do pleito, esta sexta-feira (5), “estamos orientando a categoria a vir votar na sede do sindicato”. “As últimas urnas saíram por volta das 17h. Existem casos como a da volante do Subúrbio I, que só colheu cinco votos porque chegou atrasada nas escolas e os professores já tinham saído”, argumenta. César relata que houve falta de urnas também em escolas dos bairros de Pirajá e Nordeste de Amaralina. No interior, ocorreram problemas parecidos. “Em Candeias o as urnas não passaram nas escolas municipais e em Ipiaú alguns endereços não existiam, eram garagens”, contou. No entanto, para o presidente do sindicato e candidato à próxima gestão pela Chapa 1, Ruy Oliveira, os reveses foram pontuais. “Temos quase mil urnas na votação, se tem problema em uma, é geral? Coisa normal de eleição, quando ocorre eleição institucional, urna não quebra?”, questionou. Ele considera a eleição, até o momento, "tranquila".