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Nova regra pode falir operadoras, diz entidade

Entidades que representam planos e seguros de saúde afirmaram temer o impacto econômico provocado pela nova lista de 69 procedimentos, divulgada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Para a Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), a inclusão dos procedimentos no rol de cobertura básica obrigatória, sem uma estimativa de custos pela ANS, é um "absurdo que pode custar a falência de algumas operadoras, principalmente aquelas de pequeno e médio porte". A associação manifestou preocupação ainda com os recursos técnicos e humanos necessários para cumprir as novas regras. Apesar da polêmica, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que representa grandes grupos do setor, garantiu que "a legislação será rigorosamente cumprida". Informações do jornal Folha de São Paulo.