Sindicalistas continuarão acampados na Câmara
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Ocupantes não armam barraco, mas armam barracas na Câmara de Vereadores
Em greve, iniciada no último sete, e acampados na Câmara de Vereadores desde a segunda-feira (17),o s servidores municipais prometem ocupar a Casa do Povo durante toda a semana se a prefeitura e o legislativo não aprovarem um plano de cargos e salários na ordem de R$ 96 milhões. Embora garantam não se sentirem intimidados com a decisão judicial que considera a greve ilegal e a ameaça do uso de força policial, os manifestantes desacreditam em qualquer ato hostil por parte do alcaide. "Nós não acreditamos que seja opção do prefeito encerrar sua gestão com a utilização de força policial contra os servidores, o movimento é pacífico e vem buscando o diálogo permanete com os representantes da Prefeitura", afirmou o grevista Edinei Reis. Eles discordam da alegação dos representantes da prefeitura de que a implantação do plano ultrapassaria o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal. "O plano de cargos é viável financeiramente e foi construído com representantes dos servidores e da própria prefeitura. Os próprios auditores da SEFAZ [Secretaria da Fazenda] mostraram os impactos financeiros e a sua viabilidade de implantação", assegurou o membro da Associação de Guardas Municipais de Salvador (Asguard) e da comissão grevista, André Bonfim.