Salvador não fiscaliza lixo tecnológico

Salvador ainda não possui um plano de ação para lidar com celulares, televisores e computadores descartados pela população. A legislação federal prevê que produtores, distribuidores e consumidores são responsáveis pelo descarte do material, que pode levar até 300 anos para se decompor e causar danos à saúde devido à presença de materiais pesados em sua composição. O papel de fiscalizar o tratamento do lixo tecnológico é dos órgãos municipais e estaduais responsáveis pelos serviços de limpeza. Em Salvador, no entanto, esse controle não é feito porque, segundo a assessora-chefe de planejamento da Limpurb, Rosa Amália, ainda não houve tempo hábil para se adequar à lei regulamentada em 2010. No momento, o órgão elabora um plano de acompanhamento do descarte do lixo eletrônico, que não tem prazo para ser colocado em prática. Em âmbito estadual, a política de resíduos sólidos não foi editada e não tem prazo para ser votada na Assembleia Legislativa. Informações do jornal A Tarde.