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PAC parado nos 5 meses do governo Dilma


"Mãe do PAC", Dilma abandonou filho

Um balanço dos primeiros cinco meses do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no governo da presidente Dilma Rousseff mostra que promessas de campanha relacionadas a obras públicas ainda não saíram do papel. As 500 novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), com previsão de gastos de R$ 212,5 milhões em 2011, ficou paralisada entre janeiro e maio. Nada foi investido também nas Unidades Básicas de Saúde – foram prometidas 8 mil unidades na campanha, e o Orçamento de 2011 autorizou despesas de R$ 480,2 milhões para esta finalidade. Também se encontram paralisados os programas de implantação de 2,8 mil postos de polícia comunitária (R$ 350 milhões) e a construção de espaços integrados de esporte, cultura, lazer e serviços públicos, as chamadas Praças do PAC (R$ 170 milhões). Até 31 de maio, o governo desembolsou R$ 9,8 bilhões em gastos do PAC, mas a maior parte do dinheiro (92%) pagou despesas deixadas pendentes por Lula. Informações do Estadão.