NOME DE TORRES FOI DE CONSENSO
Ao que parece, a assunção do deputado Fernando Torres à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública se deu nos limites do consenso da bancada do governo. E bote limite nisso.Tudo na base dos novos tempos do pragmatismo político. Ainda que entidades como o Movimento de Libertação dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MLST), o Fórum de Direitos Humanos de Santo Antônio de Jesus e a Defensoria Pública pensem diferente e defendam a permanência do petista Yulo Oiticica no posto. Conforme a chefia de gabinete de Torres, a próxima reunião da Comissão está marcada para o dia 23, onde serão traçadas as metas do colegiado