Brasil defende saída de Kadafi
Após a reação dos opositores a Muamar Kadafi à posição do Brasil no Conselho de Segurança da ONU – de se isentar da votação quanto à intervenção externa no conflito do país, o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, manifestou repúdio ao ditador. Pela primeira vez, o representante do governo brasileiro defendeu a queda do ditador. A declaração foi feita um dia após nota oficial em que o Brasil defendia "cessar-fogo" do bombardeio da coalizão internacional que pode levar à queda do chefe líbio. "Esperamos que haja o mínimo de violência, o mínimo de derramamento de sangue e que se estabeleça processo político que leve a uma transição benigna", disse o chanceler durante aula inaugural na Faculdade de Relações Internacionais da USP, nesta terça-feira (22). Informações da Folha de S. Paulo.