Obama sob o luar de Parador

Apoio relativo, democracia relativa e, de resto, qualquer coisa que se defina no plano relativo não pode ser considerada. Foi o que aconteceu em relação à visita do presidente Barack Obama e a sua simpática família ao Brasil. Especialmente na questão do assento sonhado no Conselho de Segurança da ONU, que o presidente americano tão-só e cortesmente se declarou “simpático” à ideia e nada mais. Até porque não podia ir além. O Brasil se absteve na resolução tomada pela ONU para intervir no genocídio da Líbia e não seria hora de reconhecer a pretensão brasileira como aconteceu com a Índia. Ademais, o ex-presidente Lula esteve sempre voltado para ditadores, uma estranha simpatia. O saldo que ficou para o país, além de um fim de semana de terrível incômodo para Brasília e Rio de Janeiro, cede à impressão de que não somos a festejada sétima economia do mundo, mas sim, ainda, uma república tropical que vende bananas num cesto de oportunidades no qual se inclui o petróleo do pré-sal. Clique aqui e leia a coluna completa publicada no jornal A Tarde.