Entrevista: Diretor do Itaú avalia deixar carnaval
Foto: Raul Golinelli / Agência Haack / BN
Se a tarefa de organizar o Carnaval parece algo paradoxal, ela é tida como questão de vida ou morte para Fernando Chacon, diretor executivo do Itaú Unibanco, grupo que obteve uma das quatro cotas principais do Carnaval de Salvador 2011. Envolto em polêmica após críticas à Saltur, órgão da prefeitura que coordena a folia, ele rejeitou qualquer tipo estremecimento na relação institucional, mas não descartou repensar a manutenção do patrocínio no futuro, por conta do vale-tudo na divulgação de marcas durante o reinado de Momo. "Se em algum momento o Carnaval se demonstrar fora dos nossos padrões, talvez a gente tenha que repensar mesmo a nossa presença", avisa. Chacon critica o atual formato da cobertura dos meios de comunicação e defende que sejam estabelecidos direitos de arena, para que o patrocinador oficial tenha prioridade na visibilidade. Nesta entrevista, o executivo também aponta outros problemas que, de certa forma, desmotivam as empresas privadas a investirem na maior festa de rua do planeta. Clique aqui para ler a entrevista na íntegra.