Libertado, repórter deve ser ouvido no Senado
Mal se libertou das amarras do regime de terror do ditador líbio Muammar Kadafi, e o correspondente internacional do jornal Estadão, Andrei Netto, já foi requerido para comparecer ao Senado Federal, como testemunha dos conflitos no país do norte da África. A Comissão de Direitos Humanos já propôs o requerimento, através de seu presidente, o senador Paulo Paim (PT-RS). "Andrei pode dar um depoimento importante sobre a real situação dos Direitos Humanos na Líbia", afirmou o parlamentar. O jornalista esteve preso no país junto com outros colegas, e foi liberto nesta quinta-feira (10). Ele ainda se encontra na capital Trípoli, mas já sobre cuidados de autoridades diplomáticas brasileiras.