MP pede prisão do fundador da Gol

O fundador da companhia aérea Gol, Nenê Constantino, teve a prisão solicitada pelo Ministério Público do Distrito Federal (MP-DF) nesta terça-feira (1º). O empresário é réu em dois processos criminais: um por ser o suposto mandante da tentativa de assassinato do próprio genro, Eduardo Alves Queiroz, em 2008 (caso que já o levou à cadeia, em dezembro do ano passado), e outro acusado de ter mandado matar o líder comunitário Márcio Leonardo de Souza Brito, morto a tiros em 2001. O MP decidiu encaminhar os pedidos de prisão à Justiça por causa de um terceiro episódio. Testemunha dos dois casos, o ex-funcionário de Constantito, João Marques dos Santos, foi baleado no último dia 18. Como o empresário deveria ser ouvido em audiência nesta terça, os promotores imaginaram que ele poderia sair de lá preso. Entretanto, a ideia foi frustrada: Nenê, que não é menino, não compareceu à audiência. Sua defesa informou ao Tribunal de Justiça do DF que ele não está bem de saúde. Informações da Veja.