Vigilantes trabalham em escolas sem contrato II
Entretanto, centros de ensino consultados pelo BN confirmaram que há um porteiro destinado para o turno das 8h às 17h e dois vigilantes para o período das 17h às 7h, em dias alternados. Segundo a assessoria da Secult, ocorreu uma reunião com a APLB-Sindicato, que representa a categoria dos educadores na Bahia, na última sexta-feira (11), em que ficou definido que as próprias comunidades indicariam os profissionais que deveriam ser chamados temporariamente, não como vigilantes, mas como agentes de portaria. Também ficou estabelecido que outra licitação para contratar uma nova empresa de segurança será realizada em maio. O acordo provisório não é avalizado pelo Sindilimp-BA, entidade da classe, mas os trabalhadores justificam que têm contas a pagar e acreditam que a disponibilidade assegurará vaga quando for estabelecido um novo convênio entre a prefeitura e a instituição que vencer o processo seletivo.