TAC dos animais de rua não é respeitado

Em 2004 a Prefeitura e a Promotoria do Meio Ambiente do Ministério Público da Bahia (MP-BA) assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), com 32 ítens para reger o trato dos animais na cidade. Entre os principais termos do texto está a permissão de ONGs para entrada no Centro de Controle Municipal de Zoonoses (CCZ) para fazer averiguação; campanhas de guarda responsável; convênios com clínicas veterinárias para atendimento de pronto socorro e a castração em massa realizada em animais de ambientes domésticos e os que vivem na rua, mas tudo isso ficou só no papel. Segundo A Tarde, a Secretaria Municipal de Saúde informa que será realizado novo chamamento público para contratar novas clínicas para realizar a castração de cães e gatos. A Procuradoria Geral do Município informa que busca a revisão do TAC na Promotoria do Meio Ambiente do MP-BA. Já a Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), ligado à Secretaria Municipal deSaúde (SMS) diz que a castração de animais de rua não pode ser realizadas sem que o órgão saiba qual será o destino do animal após a cirurgia.